quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Tenho a certeza do que sinto, mas não do que sentes.
Não sei o que pensas e isso confunde-me. Não te quero perguntar, quero que mo digas por tua livre vontade. Abre-te para mim como já tantas vezes o fizes-te.
Confio demais em ti, não sei se te conheço.
Não sei nada, tenho muitas duvidas e não tas quero por á frente.
Tenho medo, só isso, medo. De te perder talvez, ou de já te ter perdido, não sei.
O que eu sempre soube é o que sinto por ti, nunca houveram duvidas em relação a isso. Não o quero explicar.
Quero que acredites em mim e que fales comigo, só isso.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Sou sensível, ignorante as vezes, ou sempre. Sou forte, mas também sou fraco, sou feliz, mas também sou triste, recuo mas também ataco, as vezes falo de mais, as vezes falo de menos. Tem dias que vivo, tem dias vivo por não viver, mas a verdade de toda essa história é que ninguém nunca me entende, talvez nunca vão entender.
N. Martins (tumblr)
N. Martins (tumblr)
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Parabéns Fábio
És um amigo extraordinário.
És um amigo incrível.
És alguém especial.
És insubstituível.
Hoje,
dia 27,
aí contigo devia estar, mas não posso
e não te quero mais desapontar.
18 anos, e o quanto que quero ajudar...
Não posso e não o posso mudar.
Este poema de amizade é tudo o que te posso dar
E com tanto para te agradecer
Com um beijo te digo:
Serei tua amiga até morrer.
Parabéns Fábio
És um amigo incrível.
És alguém especial.
És insubstituível.
Hoje,
dia 27,
aí contigo devia estar, mas não posso
e não te quero mais desapontar.
18 anos, e o quanto que quero ajudar...
Não posso e não o posso mudar.
Este poema de amizade é tudo o que te posso dar
E com tanto para te agradecer
Com um beijo te digo:
Serei tua amiga até morrer.
Parabéns Fábio
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Era um sábado de manhã... Acordei. Não consegui ficar na cama. Não sabia o que havia de fazer. Mas levantei-me e fui à cozinha. Tirei a jarra do leite no frigorífico, e enchi um copo de vidro com aquele líquido branco e fresco e bebi-o, em pleno Inverno. O prazer que eu senti em fazê-lo! Meti na minha mão o resto que tinha deixado e dei-o ao meu cachorro, soube-me mesmo bem fazê-lo. Estava tão bonito o meu cão naquela manhã.
Limpei a mão ao pijama, um gesto que inocentemente adoro, dirigi-me ao quarto de banho, não consegui olhar para o espelho. Despi-me e tomei um banho. Soube bem. Vesti umas leggins da minha mãe e uma camisola do meu pai. Senti-me confortável. Pus a pulseira do meu melhor amigo e o colar da minha melhor amiga e no bolso guardei um pequeno texto que o meu irmão me escreveu. Atirei o telemóvel para a cama e agarrei no meu álbum de fotos e textos, onde tenho os meus sonhos e relíquias. Saí de casa apenas com isto. Dirigi-me á falésia aqui a trás da minha casa. O céu tinha cores lindíssimas, não sabia que horas eram. Quando vi o mar e o seu cheiro, sentei-me no chão.
Não sabia o que estava ali a fazer nem porque, mas sentia-me bem por estar sozinha. Não estava a pensar em absolutamente nada, e em nada me preocupava naquele momento. Reli o meu pequeno Álbum e sorri, chorei e olhei de novo para o mar. Estava calmo, tão calmo que parecia que vivia aquele momento comigo, que me fazia companhia.
Sorri e voltei a chorar, por me lembrar que em niguém posso depositar certos valores, por me lembrar no que me desiludir, por não perceber nada, por saber nada e querer sempre muito. Não foi um mau momento, foi simplesmente um momento especial em que me senti como me sinto sempre, sentindo demais
Limpei a mão ao pijama, um gesto que inocentemente adoro, dirigi-me ao quarto de banho, não consegui olhar para o espelho. Despi-me e tomei um banho. Soube bem. Vesti umas leggins da minha mãe e uma camisola do meu pai. Senti-me confortável. Pus a pulseira do meu melhor amigo e o colar da minha melhor amiga e no bolso guardei um pequeno texto que o meu irmão me escreveu. Atirei o telemóvel para a cama e agarrei no meu álbum de fotos e textos, onde tenho os meus sonhos e relíquias. Saí de casa apenas com isto. Dirigi-me á falésia aqui a trás da minha casa. O céu tinha cores lindíssimas, não sabia que horas eram. Quando vi o mar e o seu cheiro, sentei-me no chão.
Não sabia o que estava ali a fazer nem porque, mas sentia-me bem por estar sozinha. Não estava a pensar em absolutamente nada, e em nada me preocupava naquele momento. Reli o meu pequeno Álbum e sorri, chorei e olhei de novo para o mar. Estava calmo, tão calmo que parecia que vivia aquele momento comigo, que me fazia companhia.
Sorri e voltei a chorar, por me lembrar que em niguém posso depositar certos valores, por me lembrar no que me desiludir, por não perceber nada, por saber nada e querer sempre muito. Não foi um mau momento, foi simplesmente um momento especial em que me senti como me sinto sempre, sentindo demais
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